quinta-feira, outubro 25
Botando Dificuldade
segunda-feira, setembro 3
Sinuca de bico na saúde do Piauí
Amanhã (04) é um dia decisivo pra quem depende do plano de saúde do Governo do Estado. É que a classe médica vai se reunir pra decidir se continua ou não atendendo pacientes conveniados pelo Iapep Saúde e Plamta, devido o descumprimento do acordo firmado no final de 2006, que além de não cumprir as reivindicações da categoria nos três meses propostos durante o processo de negociação, ainda cortou 30% da verba destinada ao Iapep e 20% do Plamta. De acordo com o presidente do sindicato dos médicos do estado do piauí, Leonardo Eulálio a categoria anda descrente com o governo estadual e transfere toda e qualquer complicação que possa vir a acontecer no Piauí, no caso óbitos, como aconteceu na Paraíba, onde duas mulheres morreram em decorrência de uma paralisação de cardiologistas.
O problema é bem grave, pois de acordo com Eulálio, o piso da categoria está abaixo dos R$ 1 mil e as condições de trabalho são péssimas, o que, segundo ele, direciona ainda mais a culpa ao governo. Enquanto o processo não é resolvido, o abacaxi fica nas mãos de quem depende destes planos de saúde, que estão à mercê desta negociação pra continuarem ou não tendo um direito tão importante para o trabalhador e sua família.
quarta-feira, agosto 29
A pendenga da Educação
Já é lugar-comum falar que educação é importantíssima para o desenvolvimento de um país, mas parece que ainda está difícil disso entrar na cabeça de nossos governantes. Não que não seja comum eles também falarem disso. O problema é que as palavras estão longe de se transformarem em ações reais (pelo menos, o suficiente para resolver o problema). Prova disso é a paralisação que os trabalhadores em Educação de todo o Brasil estão realizando hoje (29).
sexta-feira, junho 15
Outra da Assembléia
Isso é que é pressão!
quinta-feira, maio 31
Cascatinha no play!
Retribuição ao SETUT
Oportunismo!!!
terça-feira, maio 22
Até que emfim
quarta-feira, maio 16
TV Teimosia
O problema é que já existe uma equipe pronta pra entrar no ar, mas ainda não foi realizado nenhum concurso público para o preenchimento dessas vagas. Lembramos aos nossos leitores que, de acordo com a constituição brasileira, é obrigatória a realização de concurso para todos os cargos públicos, inclusive jornalistas. Pena que isso não aconteceu e, pior ainda, que ninguém reclamou (até agora!!!)
segunda-feira, maio 7
Chapadão começa hoje
quinta-feira, maio 3
Lugar-comum revisitado
Novas perspectivas
quarta-feira, abril 18
Contra vontade!
Opinião pública???!!!
sexta-feira, abril 13
EXTRA! EXTRA! Lula recusa recusa reajuste salarial de 82%, Chinaglia diz respeitar decisão.
Lula se recusou a receber o reajuste salarial, proposto pela Mesa Diretora da Câmara, que equipararia o seu vencimento ao dos parlamentares (finalmente uma pessoa humilde). A iniciativa garantiria um reajuste para Lula de 82,8% e elevaria seu vencimento de R$ 8.885,48 para R$ 16.250,42. Como Lula rejeitou o reajuste maior, o salário do presidente passará a ser de R$ 11.239,24 (retiro o que disse).
O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), resolveu respeitar a decisão do presidente de ter seu salário reajustado em 26,49% - correspondente a inflação acumulada dos últimos quatro anos – mas sustenta sua posição de que o teto salarial presidencial (olha rimou!) deveria ser equiparado ao dos parlamentares. Na verdade, não são eles que deveriam ter os vencimentos equiparados ao do presidente?
quinta-feira, abril 12
Câmara dos deputados pode elevar salário presidencial em até 82%
Essa história de reajuste salarial em Brasília é coisa séria na câmara dos deputados. Os integrantes da Mesa Diretora da Câmara, decidiram elaborar projeto de reajuste salarial dos parlamentares – elevando-os de R$ 12,8 mil, para R$ 16,25 mil – repondo supostamente, assim, a inflação dos últimos quatro anos.
O Deputado, Arlindo Chinaglia (PT-SP), deverá tratar, junto ao presidente do senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sobre o reajuste dos vencimentos não só dos parlamentares, mas também do presidente Lula, e dos ministros de Estado.
"Achamos mais do que razoável o presidente Lula ganhar igual a deputados e senadores", disse Chinaglia, informando que vai contatar também o Executivo sobre a proposta de aumento.
Com o aumento, o salário do presidente passa de R$ 8.885,48 para R$ 16.250,42, um aumento de 82,8%, igualando-se ao vencimento dos parlamentares.
Há cerca de 20 dias, a Comissão de Finanças e Tributação, na Câmara, aprovou uma proposta de reajuste para os salários do presidente Lula e dos ministros que previa apenas a reposição da inflação, o que os elevaria para R$ 11.239,00.
Por outro lado . . .
. . . os sete integrantes da Mesa Diretora optaram por não incluir na proposta de aumento salarial o tal reajuste da verba de gabinete – que se aprovado, elevariam-na de R$ 50,8 mil para R$ 65,1 mil mensais, um aumento de 28%. A verba é destinada ao pagamento dos assessores de gabinete, cujos salários variam R$ 601 até R$ 8.040.
Para quem não lembra (vide o post do dia 15/03: deja vu), a proposta foi apresentada pelo deputado Ciro Nogueira (PP-PI), e foi rejeitada por seis dos sete integrantes da Mesa – apenas Ciro voltou a favor do reajuste.
Segundo declaração do parlamentar a FOLHA, o assunto foi encerrado e, portanto, a Mesa não voltará a se reunir para discutir o aumento da verba de gabinete. Na reunião, os deputados afirmaram que não há apoio dos líderes partidários para conceder o reajuste.
"Ainda que houvesse quem defendesse, a avaliação [da Mesa] é que [a verba] não deveria ser alterada porque estamos numa nova fase na Câmara buscando o reconhecimento de nosso trabalho", disse Chinaglia.
Só pra terminar
Tradicionalmente, a Câmara não realizava sessões às segundas-feiras, mas Chinaglia imprimiu um novo ritmo de trabalhos na Casa instituindo sessões deliberativas (com votações) de segunda a quinta-feira. Antes de Chinaglia, as votações ocorriam sempre às terças, quartas e quintas-feiras --o que voltará a acontecer.
Nos três dias da semana, quem não comparecer terá os salários cortados no final do mês caso não apresente justificativas para os casos previstos no regimento. Já as ausências nas segundas e sextas-feiras não implicarão cortes salariais --o que na prática permite aos deputados permanecerem em seus Estados.
"Todos os líderes têm sido pressionados por parlamentares que nos seus Estados têm demandas por audiências às segundas-feiras. Ao invés de uma sessão na segunda-feira à noite, teremos na terça-feira pela manhã", afirmou o líder do PT na Câmara, deputado Luiz Sérgio (RJ).
A decisão teve o aval de parlamentares do governo e da oposição. "As sessões às segundas-feiras estavam ineficientes do ponto de vista da produtividade. A decisão foi unânime", afirmou o líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ).
Apesar da decisão, os líderes insistiram que o fim das sessões às segundas-feiras não implica paralisia na Casa --uma vez que os parlamentares querem compensar as sessões suspensas nas terças-feiras pela manhã.
"Esse é um dilema que precisa ser resolvido. A sociedade tem que participar do debate. A compensação na terça de manhã é importante", disse o vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Albuquerque (RS).
Essa última foi cortesia da Folha de São Paulo
